Urna Eletrônica
TSE
Três eleitores são alvos de investigação do Ministério Público após compartilharem fotos e vídeos do momento da votação nas redes sociais. Os casos aconteceram no primeiro turno, nas cidades de Formoso do Araguaia e Dueré, enquanto os suspeitos votavam em um candidato à Presidência.
Os nomes dos eleitores não foram divulgados, por isso o g1 não conseguiu contato com as defesas deles.
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Conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é proibida a entrada de celulares, câmeras fotográficas, filmadoras e óculos inteligentes na cabine de votação. Os aparelhos celulares só podem ser utilizados na seção de votação durante a apresentação do e-Título aos mesários.
Segundo o MP, duas eleitoras são suspeitas de violação do sigilo do voto. Uma delas teria gravado um vídeo durante a votação e compartilhado no WhatsApp e no Instagram, junto com imagens de documentos pessoais. Já a outra investigada teria fotografado a urna eletrônica e publicado a imagem no Instagram com a legenda “Meu presidente”.
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Em Dueré, o eleitor teria fotografado o momento da votação e publicado no WhatsApp, junto com informações pessoais.
A representação de crime eleitoral foi apresentada pelo promotor de Justiça Eleitoral Jorge José Maria Neto, que apontou a possível prática do crime de violação ou tentativa de violação do sigilo do voto. Conforme o artigo 312 do Código Eleitoral, a pena para o crime é de até dois anos de prisão.
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TSE
Três eleitores são alvos de investigação do Ministério Público após compartilharem fotos e vídeos do momento da votação nas redes sociais. Os casos aconteceram no primeiro turno, nas cidades de Formoso do Araguaia e Dueré, enquanto os suspeitos votavam em um candidato à Presidência.
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Conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é proibida a entrada de celulares, câmeras fotográficas, filmadoras e óculos inteligentes na cabine de votação. Os aparelhos celulares só podem ser utilizados na seção de votação durante a apresentação do e-Título aos mesários.Segundo o MP, duas eleitoras são suspeitas de violação do sigilo do voto. Uma delas teria gravado um vídeo durante a votação e compartilhado no WhatsApp e no Instagram, junto com imagens de documentos pessoais. Já a outra investigada teria fotografado a urna eletrônica e publicado a imagem no Instagram com a legenda “Meu presidente”.
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Fonte: G1 Tocantins
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