Bombeiros fazem buscas por taxista desaparecido em Paraíso do Tocantins
O taxista José Neto Gomes Araújo, de 37 anos, está há 18 dias desaparecido. As buscas oficiais foram encerradas por falta de pistas, mas a família continua à procura do trabalhador. Segundo a irmã Simone Gomes, seu pai e um irmão estão fazendo as buscas com apoio de amigos e parentes.
“Nós não vamos desistir. Não vamos deixar de procurar o meu irmão sequer um único dia. Enquanto houver força em nós, haverá luta, esperança e oração”, contou ao g1.
José foi visto pela última vez acompanhado de amigos no dia 19 de abril, no balneário Cachorra, que fica entre Paraíso do Tocantins e Monte Santo do Tocantins. Conforme os Bombeiros, relatos indicam que o taxista teria entrado sozinho em uma área de mata, mas não retornou ao ponto de encontro.
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José Neto Gomes de Araujo despareceu no dia 19 de abril
Arquivo pessoal/Divulgação
Segundo a irmã, as buscas dos Bombeiros foram encerradas nesta terça-feira (5) por falta de novos elementos que pudessem indicar o paradeiro do taxista.
“Os bombeiros haviam vasculhado exaustivamente a área do suposto desaparecimento e, após 17 dias sem qualquer vestígio ou nova linha investigativa, não fazia mais sentido permanecer concentrando esforços no mesmo local. Sem esse direcionamento das investigações, infelizmente também não foi possível ampliar oficialmente a área das buscas”, explicou.
A Polícia Civil informou que está ouvindo pessoas que possam ajudar na investigação, que segue em andamento. A apuração está sob a responsabilidade da 6ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado de Paraíso do Tocantins.
Desaparecimento
No dia em que José desapareceu, o pai, Antônio Gomes, fez buscas pela região do balneário, mas não encontrou nenhum vestígio. No último sábado (2), ele contou ao g1 que os bombeiros não estavam encontrando novas pistas. Foram feitas varreduras em áreas fechadas e dentro da água.
José Neto trabalhava junto com o pai na rodoviária de Paraíso do Tocantins. De acordo com a família, antes de ir ao balneário, ele chegou a apresentar um dos amigos à mãe.
Em entrevista ao g1, Antônio comentou que a falta de pistas tem deixado a família aflita. “Os bombeiros continuam as buscas, prolongaram mais para longe, em pontos estratégicos. Mas até agora nenhum indício de nada. Nem uma sandália, um chapéu, uma camisa. Nada. Um amassado ali, nada. Cada dia que passa a gente fica mais aflito”, desabafou o pai.
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Fonte: G1 Tocantins
