Polícia monta cerco e faz buscas por dois suspeitos na região sudeste do Tocantins
As forças de segurança continuam as buscas por dois suspeitos de integrar uma quadrilha internacional de tráfico de drogas após a apreensão de um avião e cerca de 500 kg de pasta-base de cocaína em uma pista clandestina entre Paranã e São Salvador, no sudeste do Tocantins.
A operação, que envolveu Polícia Federal, PM de Goiás e PM do Tocantins, resultou na morte de quatro suspeitos durante confronto. Segundo a polícia, os dois fugitivos estão fortemente armados e fazem parte de uma organização criminosa que utiliza o Tocantins como rota de passagem.
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O cerco policial conta com apoio de helicópteros, drones termais e cerca de 100 agentes. Os fugitivos estão escondidos em uma área de mata isolada, considerada de difícil acesso. Veja o que se sabe sobre a operação.
O que desencadeou o cerco?
O cerco começou após a apreensão de aproximadamente 500 kg de pasta-base de cocaína e uma aeronave em uma pista clandestina entre Paranã e São Salvador. A descoberta ocorreu durante monitoramento relizado pela Polícia Federal em conjunto com a Polícia Militar do Estado de Goiás. A PM do Tocantins deu apoio a partir da realização do flagrante, dando início à operação Entre Rios.
Durante a tentativa de abordagem, pelo menos seis suspeitos fugiram para a mata, onde houve confronto que resultou em quatro mortes. Desde então, as forças de segurança mantêm buscas intensas pelos dois criminosos restantes.
Operação encontrou drogas em pista clandestina
PM-GO/divulgação
Quais tecnologias estão sendo usadas nas buscas?
Além da força policiail, a operação conta com helicópteros, drones termais e monitoramento aéreo contínuo. Os drones conseguem identificar calor corporal mesmo sob vegetação densa, permitindo localizar movimentações suspeitas na mata.
Através das filmagens dos drones, a PM conseguiu identificar que um dos suspeitos está armado com um fuzil.
Quem são os grupos envolvidos no crime?
De acordo com a PM do Tocantins, os suspeitos integram uma organização criminosa transnacional especializada no transporte de drogas, como cloridrato de cocaína, da Bolívia para o Nordeste. A suspeita da polícia é de que o Tocantins funciona como rota de passagem, onde pistas clandestinas são abertas para pousos rápidos e transferência da carga para caminhões.
O que foi encontrado na pista clandestina?
Os agentes localizaram galpões cheios de galões de combustível e buracos feitos especialmente para armazenar drogas. A PM de Goiás ficou cerca de dez dias infiltrada para flagrar a movimentação criminosa.
A estrutura encontrada indica que o local era ponto de apoio para voos clandestinos de longa distância usados no tráfico internacional.
A população corre algum risco com o cerco em andamento?
Segundo o comandante-geral da PM do Tocantins, coronel Márcio Barbosa, embora os suspeitos estejam armados não há riscos para a população. A área das buscas é isolada e está totalmente cercada.
O policiamento permanece reforçado e não há indícios de que os suspeitos tenham se aproximado de propriedades ou áreas urbanas. A avaliação da corporação é de que a chance de os criminosos deixarem a mata e ameaçarem moradores é mínima.
Como funciona a rota do tráfico que passa pelo Tocantins?
Organizações criminosas utilizam pistas clandestinas no estado para receber aeronaves vindas principalmente da Bolívia. Após o pouso, a droga é transferida para caminhões e segue viagem até estados do Nordeste.
Essa logística reduz o risco de fiscalização aérea e facilita o transporte terrestre em trechos menos monitorados. O esquema é típico de redes transnacionais com grande capacidade operacional.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
As forças de segurança continuam as buscas por dois suspeitos de integrar uma quadrilha internacional de tráfico de drogas após a apreensão de um avião e cerca de 500 kg de pasta-base de cocaína em uma pista clandestina entre Paranã e São Salvador, no sudeste do Tocantins.
A operação, que envolveu Polícia Federal, PM de Goiás e PM do Tocantins, resultou na morte de quatro suspeitos durante confronto. Segundo a polícia, os dois fugitivos estão fortemente armados e fazem parte de uma organização criminosa que utiliza o Tocantins como rota de passagem.
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O cerco policial conta com apoio de helicópteros, drones termais e cerca de 100 agentes. Os fugitivos estão escondidos em uma área de mata isolada, considerada de difícil acesso. Veja o que se sabe sobre a operação.
O que desencadeou o cerco?
O cerco começou após a apreensão de aproximadamente 500 kg de pasta-base de cocaína e uma aeronave em uma pista clandestina entre Paranã e São Salvador. A descoberta ocorreu durante monitoramento relizado pela Polícia Federal em conjunto com a Polícia Militar do Estado de Goiás. A PM do Tocantins deu apoio a partir da realização do flagrante, dando início à operação Entre Rios.
Durante a tentativa de abordagem, pelo menos seis suspeitos fugiram para a mata, onde houve confronto que resultou em quatro mortes. Desde então, as forças de segurança mantêm buscas intensas pelos dois criminosos restantes.
Operação encontrou drogas em pista clandestina
PM-GO/divulgação
Quais tecnologias estão sendo usadas nas buscas?
Além da força policiail, a operação conta com helicópteros, drones termais e monitoramento aéreo contínuo. Os drones conseguem identificar calor corporal mesmo sob vegetação densa, permitindo localizar movimentações suspeitas na mata.
Através das filmagens dos drones, a PM conseguiu identificar que um dos suspeitos está armado com um fuzil.
Quem são os grupos envolvidos no crime?
De acordo com a PM do Tocantins, os suspeitos integram uma organização criminosa transnacional especializada no transporte de drogas, como cloridrato de cocaína, da Bolívia para o Nordeste. A suspeita da polícia é de que o Tocantins funciona como rota de passagem, onde pistas clandestinas são abertas para pousos rápidos e transferência da carga para caminhões.
O que foi encontrado na pista clandestina?
Os agentes localizaram galpões cheios de galões de combustível e buracos feitos especialmente para armazenar drogas. A PM de Goiás ficou cerca de dez dias infiltrada para flagrar a movimentação criminosa.
A estrutura encontrada indica que o local era ponto de apoio para voos clandestinos de longa distância usados no tráfico internacional.
A população corre algum risco com o cerco em andamento?
Segundo o comandante-geral da PM do Tocantins, coronel Márcio Barbosa, embora os suspeitos estejam armados não há riscos para a população. A área das buscas é isolada e está totalmente cercada.
O policiamento permanece reforçado e não há indícios de que os suspeitos tenham se aproximado de propriedades ou áreas urbanas. A avaliação da corporação é de que a chance de os criminosos deixarem a mata e ameaçarem moradores é mínima.
Como funciona a rota do tráfico que passa pelo Tocantins?
Organizações criminosas utilizam pistas clandestinas no estado para receber aeronaves vindas principalmente da Bolívia. Após o pouso, a droga é transferida para caminhões e segue viagem até estados do Nordeste.
Essa logística reduz o risco de fiscalização aérea e facilita o transporte terrestre em trechos menos monitorados. O esquema é típico de redes transnacionais com grande capacidade operacional.
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Fonte: G1 Tocantins
