Aretuza Lovi foca em ‘Drama’ ao lançar ‘Borogodó’, álbum com funk e ritmos do norte e nordeste

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Capa do álbum ‘Borogodó’, de Aretuza Lovi
Luiz Filho
♪ Com capa que expõe arte do fotógrafo Luiz Filho, o segundo álbum de Aretuza Lovi, Borogodó, teve a primeira parte posta em rotação na noite de ontem, 11 de agosto.
Embora esteja sendo apresentado sem viés comemorativo, o disco Borogodó marca os dez anos de carreira dessa cantora e compositora goiana que entrou em cena em 2012 em Brasília (DF), como drag queen criada por Bruno Nascimento, tendo debutado no mercado fonográfico em novembro daquele mesmo ano de 2012 com a edição do single que apresentou o tecnobrega Striptease (Aretuza Lovi e Chucky Rodrigues).
Dez anos, um álbum (Mercadinho, 2018) e alguns singles depois, Aretuza Lovi lança a parte inicial de Borogodó com foco em Drama, faixa eleita para promover o disco na sequência dos singles Swing louco, Denguinho e Baião de dois, este gravado com Getúlio Abelha.
Além de Drama e das três músicas já previamente apresentadas em singles ao longo deste ano de 2022, o repertório da primeira parte de Borogodó é formado por Drag triste, Quero não, Sócia – pop funk gravado por Lia Clark e Thiago Pantaleão – e Vitamina.
Esse repertório autoral foi formatado por produtores musicais como Dheury Wanzeler, Judaz, Lukinhas, Noize Men, Pedro Gondim e Rafael Paiola com batidas de gêneros musicais do norte e do nordeste do Brasil.
São ritmos que povoam a memória afetiva da artista, já que Aretuza Lovi foi criada ao som de calypsos, bregas, forrós e funks rasteirinhas, entre outros gêneros.
Aretuza Lovi apresenta músicas como ‘Drag triste’ e ‘Vitamina’ na primeira parte do álbum ‘Borogodó’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento